quarta-feira, 23 de janeiro de 2013

Proximo Evento




Convido a todos para o próximo evento em Março, desta vez falarei sobre Currículo Funcional Natural.... 

domingo, 12 de agosto de 2012

Imperdível!

Com muito prazer desenvolvemos o próximo curso sobre Autismo Infantil e Síndrome de Asperger com a participação dos melhores profissionais entendidos do assunto de Belo Horizonte!

Todos estão convidados!!!

segunda-feira, 16 de abril de 2012

Minha experiência no Canadá... Planejamento de Vida para adultos com TID

Olá!!!

Estou em falta, estive alguns  meses fora, a diversidade de atividades que me desviaram o foco, mas finalmente com retorno a rotina atualizarei periodicamente o site!!!
Voltei com novidades!!!

Estive recentemente no Canadá para me atualizar e fiquei fascinada com muito do que vi, mas o que mais me chamou atenção foi a política de planejamento de vida para adultos portadores de transtorno invasivo do desenvolvimento.
Muito se sabe sobre diagnóstico, tratamento de autismo e transtornos do desenvolvimento, mas trabalhos de colocação do indivíduo na sociedade após a escola é uma lacuna muito grande ainda existente no Brasil.
O que acontece quando se presencia trabalhos tão avançados é uma vontade gigantesca de que nossos meninos(as)  tenham a mesma oportunidade na vida adulta.
Temos que arregaçar as mangas e trabalhar muito!!!!

Segue parte da descrição do programa desenvolvido pela instituição Geneva centre for Autism situada em Toronto-CA (traduzido)

Ministério da Comunidade e dos Serviços Sociais Apresenta o Pessoa-Dirigida
Dezembro 2009
O Ministério da Comunidade e Serviços Sociais obteve financiamento de curto prazo federal para apoiar o planejamento pessoa-dirigida para pessoas com deficiências de desenvolvimento.
Esta iniciativa oferece serviços e apoios para ajudar os adultos que têm uma deficiência de desenvolvimento na identificação de sua visão da vida e os objetivos de participação comunitária, e em encontrar os apoios de que necessitam, com a ajuda das pessoas importantes em suas vidas.
O objetivo da iniciativa de planejamento pessoa-dirigida é apoiar a capacidade dos adultos que têm uma deficiência de desenvolvimento para direcionar o planejamento da sua vida diária. Concentra-se na sua participação na comunidade, incluindo a formação, educação e aquisição de competências para obter trabalho remunerado ou experiência de trabalho / atividades, incluindo trabalho voluntário.
Auto-determinação, a escolha, inclusão, cidadania e são os princípios que os prestadores de serviços de orientação como eles apóiam o desenvolvimento e implementação de planos voltados pessoa.
Na região de Toronto, oito agências estão trabalhando de forma colaborativa para fornecer suporte no desenvolvimento e implementação de planos de pessoa direcionados para 180 indivíduos de dezembro de 2009 até 31 de março / 2011.Família Serviço de Toronto está atuando como agência líder para esta iniciativa. Clique aqui para baixar o folheto.

Para mais informações, entre em contato com qualquer uma das seguintes agências:
Comunidade Vida Toronto 

647-426-3220


Essa é uma pequena parte do lindo trabalho feito!!

segunda-feira, 21 de novembro de 2011

Cursos Autismo bh


 Estamos próximos da data do curso mais esperado do ano!! Desenvolvido para profissionais interessados em investir nas mais novas tecnologias sobre o diagnóstico e tratamento do autismo.
Maiores informações sobre os profissionais no site: http://www.autismobh.com.br/

segunda-feira, 7 de novembro de 2011

II Seminário Mineiro sobre Autismo - Belo Horizonte

Dia: 19/11/2011
Horário:
08h às 17h
Local:
Centro Universitário Newton Paiva - Campus Carlos Luz - Auditório Nominato - Av. Presidente Carlos Luz, 220 - Caiçara - Belo Horizonte - MG
E-mail:
contato@creativeideias.com.br
Telefone:
(21) 2577 8691 | (21) 3246 2904 | (21) 8832 6047



Público alvo:

Pais, Parentes, Mediadores, Estagiários, Monitores, Musicoterapeutas, Psicólogos, Psicopedagogos, Professores, Fonoaudiólogos, Fisioterapeutas, Pedagogos, Terapeuta Ocupacional, Estudantes e etc.


Inscrição:  http://creativeideias.webnode.com.br/


Investimento:

R$ 80,00 - individual (cartão/boleto)

R$ 70,00 - individual (depósito)

R$ 60,00 cada inscrito - grupos de 4  a 9 pessoas (depósito)

R$ 50,00 cada inscrito - grupos a partir de 10 pessoas (depósito)



As inscrições são limitadas à capacidade máxima do auditório.


Objetivo:
Fornecer suporte, técnicas e estratégias para entender e facilitar o trabalho com crianças autistas.


Palestrantes:


"Integração Sensorial no Transtorno Espectro Autista"

Dra. Johanna Cordeiro Melo Franco: Terapeuta Ocupacional Infantil, graduada em 2001 pela Faculdade Ciências Médicas de Minas Gerais (FCMMG); Pós-graduada Conceito Neuroevolutivo Bobath Infantil e especialista Integração Sensorial. Formação na abordagem neurocomportamental Integração Sensorial no Transtorno do Espectro Autista. Blog http://johannaterapeutaocupacional.blogspot.com. Crefito-4 6142/TO

"O uso de técnicas baseadas no método ABA para o contexto escolar"

Dra. Aline Abreu e Andrade: Psicóloga Clínica. Mestranda em Psicologia do Desenvolvimento pela Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG). Pós graduada em Terapia Comportamental pela PUC-MG. Possui graduação em Psicologia pela UFMG e Formação em Terapias Cognitivas pelo Instituto Mineiro de Terapias Cognitivas (IMTC). Faz intervenções com crianças portadoras de Autismo e Síndrome de Asperger utilizando-se do método ABA (Análise do Comportamento Aplicada) e de Treinamento de Pais. CRP 04/27.586.

"Comunicação Verbal e não-verbal"

Dra. Patrícia Reis: Especialista em Linguagem pelo CEFAC - Centro de Especialização em Fonoaudiologia Clínica, e graduada em Fonoaudiologia pela Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG). Tem experiência na área de Fonoaudiologia Clínica, com ênfase em Linguagem, atuando principalmente com Transtornos Invasivos do Desenvolvimento, utilizando práticas como Desenvolvimento da linguagem pragmática, Método TEACCH, Currículo Funcional Natural Comunicação Suplementar e/ou Alternativa. CRFa-4124

"Musicoterapia"

Dra. Simone Presotti: Pós Graduada pela Faculdade Metodista Izabela Hendrix - FAMIH/BH 1998 - Especialista em Aquisição e Desenvolvimento da Linguagem. Graduada em Psicologia Clínica PUC/MG 1988. Habilitação específica: Curso Preliminar de Música / UEMG / 1999. - Ordem dos Músicos do Brasil - OMB-14.810. Aprofundamento Modelo Benenzon de Musicoterapia Buenos Aires - 2006. Pioneira no trabalho de Musicoterapia, fundadora da AMT- MG / Associação de Musicoterapia de Minas Gerais. Membro do Conselho Diretor da ABPC / Associação Brasileira de Paralisia Cerebral. Autora de artigos sobre a utilização do recurso musical aplicado aos processos psicoterápicos. CRP MG  8052.

Ressaltamos que a sua presença é muito importante e contribuirá para a excelência do evento.

Realização: Creative Ideias | Apoio: Simplicidade Mineira, Blog Vôlei Feminino Online e Pegue&Monte

Incluindo autistas na ciência
qui, 03/11/11 por Alysson Muotri
Quando se fala em indivíduos autistas, a maioria imagina pessoas isoladas socialmente, com dificuldade em comunicação e envolvidas em comportamentos repetitivos e estereotipados. De fato, para ser considerado dentro do espectro autista, basta apresentar sintomas relacionados a essas características. Porém, essa definição é restrita, rasa, e não reflete a condição autista em sua totalidade. O lado positivo do autismo é pouco lembrado, o que contribui para problemas de inclusão social.
Indivíduos autistas são extremamente focados e conseguem se dedicar a uma atividade especifica por muito tempo. Em geral, essa dedicação vem acompanhada de uma atenção aos detalhes, sensibilidade ao ambiente e capacidade de raciocínio acima do normal, o que colocaria essas pessoas em vantagem em determinadas situações. Uma dessas situações está presente justamente em alguns aspectos do processo científicos.
A ciência não vive apenas de criatividade e pensamento abstrato. Na verdade, a maioria dos cientistas segue uma carreira metódica, racional, com incrementos sequenciais no processo de descoberta científica. Esse trabalho exige atenção e dedicação acima do normal, por isso mesmo cientistas acabam sendo “selecionados” para esse tipo de atividade. O momento de “eureca” é extremamente raro na ciência.
Da mesma forma, são raros os casos de autistas superdotados, com capacidades extraordinárias. Esse tipo de característica, retratada no filme RainMan, acaba ajudando esses indivíduos a se estabelecerem de forma independente. É o caso de Stephen Wiltshire que vive de sua arte porque consegue desenhar em três dimensões uma cidade inteira após sobrevoá-la de helicóptero uma única vez. Mas e no caso dos outros indivíduos, que não necessariamente possuem uma habilidade tão evidente? Será que poderíamos incorporá-los em alguma outra atividade aonde suas características sejam de grande vantagem?
Indivíduos autistas usam o cérebro de forma diferente. Regiões do cérebro relacionadas ao processo visual são, em geral, bem mais acentuadas. Por isso mesmo, autistas conseguem perceber variações em padrões repetidos mais rapidamente e com mais precisão do que pessoas “normais”, ou fora do espectro autista. Autistas também superam não-autistas em detectar variações em frequências sonoras, visualização de estruturas complexas e manipulação mental de objetos tridimensionais.
Retardo intelectual é, quase sempre, relacionado ao autismo. Mas vale lembrar que a maioria dos testes utiliza linguagem verbal, o que coloca os autistas em desvantagem. Esse tipo de abordagem merece uma revisão mais criteriosa. Aposto que se refizéssemos algumas dessas pesquisas os resultados seriam diferentes e contribuiriam para a redução do preconceito.
Muitos autistas poderiam ser aproveitados pela academia. Desde cedo, esses indivíduos demonstram profundo interesse em informações, números, geografia, dados, enfim, tudo que é necessário para a formação de um pensamento científico. Além disso, possuem capacidade autodidática e podem se tornar especialistas em determinada área – ambas as características são importantes no cientista. Algumas das vantagens intelectuais (e mesmo pessoais) de indivíduos autistas acabam sendo atraentes em laboratórios científicos. Não me interprete mal, não estou sugerindo o uso de autistas como objeto de estudo (o que já acontece e é útil também), mas como agentes da descoberta cientifica.
Tenho certeza de que poderíamos incluir cientistas autistas no contexto de descoberta cientifica atual e explorar esse tipo de inteligência. Um exemplo disso é o laboratório do Dr. Laurent Mottron, que trabalha com a cientista-autista Michelle Dawson faz 7 anos. Laurent descreveu recentemente sua experiência empregando cientistas autistas na última edição da revista Nature. Michelle tem a capacidade de manusear mentalmente um número enorme de dados ao mesmo tempo, faz isso naturalmente. E enquanto não conseguimos nem lembrar o que vestimos ontem, autistas como Michelle nos surpreendem com uma memoria impecável.
Ela recorda todos os dados gerados do laboratório e tem papel fundamental no desenho de experimentos de outros cientistas. Juntos, Laurent e Michelle já assinaram mais de 14 trabalhos juntos. Outro exemplo clássico é Temple Grandin, autista que obteve seu PhD em veterinária e, usando seu raciocínio visual, desenvolveu novos protocolos para redução de estresse em animais para o consumo de carne. Grandin é atualmente professora da Universidade Estadual do Colorado, nos EUA.
Acredito que autistas podem dar uma contribuição excepcional para o mundo se conseguirmos colocá-los no ambiente ideal. É um desafio social, mas que começa com a conscientização da condição autista. Organizações internacionais já existem com a finalidade de auxiliar autistas a se encaixarem no mercado de trabalho. Exemplos são as firmas Aspiritech, nos EUA, e Specialisterne, na Holanda. Com o tempo, outros lugares vão perceber que a mão-de-obra autista é extremamente especializada e começarão a explorar esse nicho.
Obviamente o autismo traz limitações, como o entrosamento social, problemas motores e a dificuldade de comunicação. Com isso, eles não vão conseguir se adaptar facilmente a trabalhos que envolvam comunicação social intensa. Em casos mais graves, muito provavelmente, vão depender da sociedade por toda a vida. Ignorar essas limitações é tão prejudicial quanto ignorar as vantagens que o autismo pode oferecer nos casos mais leves. Talvez o maior reflexo de uma sociedade avançada esteja em como ela acomoda suas minorias. Enquanto as oportunidades terapêuticas para o autismo não chegam, acredito que o que esses indivíduos mais precisam agora seja respeito, inclusão e, acima de tudo, oportunidades.
Fonte - http://g1.globo.com/platb/espiral/2011/11/03/incluindo-autistas-na-ciencia/

segunda-feira, 25 de julho de 2011

I Seminário Mineiro sobre Autismo - Belo Horizonte/MG


Bom dia!!! Gostaria de divulgar o primeiro seminário sobre autismo em Belo Horizonte. Prestigiaremos os colegas da área. 

Ações como esta são muito importantes para difundir as técnicas e os trabalhos feitos em Belo Horizonte!


I Seminário Mineiro sobre Autismo - Belo Horizonte/MG

Dia: 27/08/2011
Horário: 08h às 17h
Local: Centro Universitário Newton Paiva - Campus Carlos Luz - Auditório Nominato - Av. Presidente Carlos Luz, 220 - Caiçara - Belo Horizonte - MG
E-mail: creativeideias@bol.com.br
Telefone: (21) 2577 8691 | (21) 8832 6047 | (21) 8688 3654

Investimento: R$ 80,00 - Descontos para grupos, favor entrar em contato.

Inscrição e pagamento: Clique no botão "inscrição" do menu.

Objetivo:
Fornecer suporte, técnicas e estratégias para entender e facilitar o trabalho com crianças autistas.


Palestrantes:

"Autismo Infantil"

Dr. Walter Camargos - Psiquiatra, Mestre em Ciências da Saúde e Interconsultor em Psiquiatria Infantil do Hospital João Paulo II. CRM 12374
"Autismo e a Educação"
Marlene Maria Machado da Silva - Mestre em Educação - FaE/UFMG, especialista em Alfabetização - PUC Minas, formação em Psicanálise - Instituto de Psicanálise e Saúde Mental de Minas Gerais - IPSM/MG e Pedagogia Clínica.
"Terapias Cognitivas e Intervenções com o método ABA" 
Aline Abreu e Andrade – Psicóloga Clínica. Mestranda em Psicologia do Desenvolvimento pela Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG). Pós graduada em Terapia Comportamental pela PUC-MG. Possui graduação em Psicologia pela UFMG e Formação em Terapias Cognitivas pelo Instituto Mineiro de Terapias Cognitivas (IMTC). Faz intervenções com crianças portadoras de Autismo e Síndrome de Asperger utilizando-se do método ABA (Análise do Comportamento Aplicada) e de Treinamento de Pais. CRP 04/27.586.